A l'episodi d'avui de la meva sèrie #silentrEVolution, si tens #independènciaenergètica no estàs exposat a les guerres del petroli. #Brasil
#silentrevolution | Sebastian Fleischhacker
No episódio de hoje da minha série #silentrEVolution: a independência energética dos combustíveis fósseis como oportunidade. No Brasil, a dependência do petróleo importado tem gerado preocupações com a segurança energética. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) destacam que a importação de petróleo representa uma parcela significativa do consumo nacional, tornando o país vulnerável a flutuações do mercado internacional e a crises geopolíticas. A redução dessa dependência é, portanto, uma questão de soberania e estabilidade econômica. A Noruega, por exemplo, tem quase 100% de sua eletricidade gerada a partir de fontes renováveis e lidera a adoção de veículos elétricos, com incentivos fiscais e uma infraestrutura de recarga robusta. A Alemanha, através do programa Energiewende, tem investido pesadamente em energias renováveis e em tecnologias de armazenamento, visando uma matriz energética 100% renovável até 2050. A Islândia e Portugal também têm demonstrado que a transição para energias limpas é viável e benéfica para a economia e para o meio ambiente. A dependência do petróleo tem custos altos: conflitos armados, instabilidade geopolítica, poluição do ar, doenças e limitação da liberdade individual e da soberania nacional. A transição para veículos elétricos, em conjunto com a expansão das energias renováveis, oferece uma oportunidade única para reduzir esses custos e construir um futuro mais limpo, saudável e autônomo. Como diz o Prof. Dr. Volker Quaschning: "Para dirigir 250.000 km precisamos ou 100 banheiras de petróleo ou 5 painéis solares." -Uma das fontes é finita. Imagem: stockcake
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